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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Forget Forever - 6º capítulo - Pra Julia ♡

"E eu não posso evitar olhar, porque vejo a verdade em algum lugar nos seus olhos." - Mirrors, Justin Timberlake


Justin POV

- Você vai pedir desculpas para ela - disse Ryan, batendo o punho na mesa enquanto eu tomava café, me fazendo despertar de meus pensamentos.
- Oi?
- Você vai pedir desculpas para ela.
- Ela...?
- A Barbara.
- Quem?
- Porra, Bieber. A garota com quem você discutiu ontem, e quase bateu. Você não imagina o quanto foi estúpido com ela.
- Ela é estúpida. Estupidez gera estupidez.
- O que ela fez?
- Ontem?
- É.
- Ela não te falou? Ela veio me avisar que minha mãe está no hospital.
- Sim, ela me falou. Eu só queria ver se você ia mentir ou não. E, oh, ela está bem?
- Sim. Foi tudo minha culpa.
- Como assim?
- Ela ficou tão preocupada com meu sumiço que a pressão caiu e ela teve que ser internada.
- Uau. Sinto muito.
- Valeu.
- Mas voltando ao assunto... Cara, a garota te fez um favor.
- Você viu o jeito que ela chegou aqui? Ela disse que ia me matar.
- Ela só estava com raiva pela sua mãe.
- Ela me irrita.
- Creio que essa não é a primeira vez que você a vê.
- Não. Eu esbarrei nela na noite em que me mudei para a casa da minha mãe. A gente meio que discutiu porque eu mandei ela prestar atenção por onde anda.
- Peça desculpas.
- Não. Eu não vou pedir desculpas. Eu não sou assim. Nem você. O que acontece com você? Você já viu o que está me pedindo? É patético.
- Nã...
- Cale a boca. Apenas cale a boca. Eu estou cansado disso. Cansado dessa merda. Cansado de ficar aqui. Cansado de vocês. Eu quero a Megan. Quero sair. Quero foder. Não aguento mais. Deem um jeito nisso. Usem a merda do cérebro de vocês pelo menos uma vez na vida para achar aquele maldito.
- Bie...
- Eu já disse para calar a boca, porra! - Me virei furiosamente, saí da cozinha e subi para o meu quarto.
Enquanto meu peito subia e descia em pura raiva, eu peguei minha arma e coloquei na cintura. Desci as escadas novamente, e quando estava prestes a abrir a porta, ouvi a voz de Ryan.
- Quantas vezes eu já te pedi para fazer isso?
- Oi? - Eu me virei.
- Oi. Tudo bem?
- Babaca.
- É sério. Quantas vezes eu já te pedi para pedir desculpas à alguém?
- Nenhuma.
- E por que eu pediria agora?
- Porque a garota é bonita.
- Você acha ela bonita?
- Não tem como negar.
- E o quanto você acha ela bonita?
- Por que isso importa a você?
- Só estou testando o quanto você gosta dela. - Ele deu de ombros.
Soltei uma risada irônica.
- Eu? Gosto dela? Você bebeu, por acaso?
- Só um pouco.
- Então, certifique-se de estar são na próxima vez que vier falar comigo, porque eu não quero quebrar seu nariz. - Olhei ele pela última vez e saí da sala, balançando a cabeça, não acreditando no que tinha acabado de ouvir. Como se tivesse algum meio de eu gostar daquela vadia.
Peguei meu carro e dirigi até a casa da minha mãe, mas encostei ele quando reparei que a Barbara estava andando na rua, sozinha.
Sem pensar duas vezes, eu saí do carro e parei na frente dela. Seus belos olhos estavam cobertos por um óculos escuro, mas eu sabia que ela os estava revirando.
- O que você quer? - ela perguntou.
- Nada. A rua é pública.
- Ótimo, agora já posso ir. - Ela saiu da minha frente, andando como se me deixar ali parado fosse uma coisa normal.
- Ei! Espera! - Eu disse, pegando no braço dela.
- Você é apaixonado pelo meu braço ou? - Ela se virou para mim. - Me solta.
- Na verdade, eu não sou apaixonado por nada. E você parece que está de mal com o mundo.
- O que raios você quer?
- Hmmm. Só que dizer que - fiz uma pausa -, que sinto muito por ter te tratado tão mal ontem. - O que diabos eu estava dizendo?
Ela riu.
- O quê? Você está me pedindo desculpas?
- Porra garota, você deveria ficar grata e não debochar da minha cara.
- Por que eu ficaria grata?
- Porque eu sou a pessoa mais importante do mundo.
- Oh, sinto muito. Desculpe o transtorno, esqueci que o mundo gira em torno de você.
- Você é tão estúpida.
- Arrume outro apelido, esse já foi divulgado.
- Idiota!
- Esse é o seu. Agora eu já posso ir? - Ela começou a andar de novo. E, novamente, eu a puxei pelo braço, de modo que ela pudesse me olhar bem. Por algum motivo desconhecido, eu tirei seus óculos e encarei seus olhos.
- Olha, eu estou indo para a praia. Quer ir? - ofereci. Tipo, caralho, eu só podia estar ficando louco.
- Você tá louco? - ela ecoou meus pensamentos. - Por que eu iria à praia com você?
- Você quer ou não quer ir?
- Não.
- Tá com medo?
Ela riu de novo.
- Eu? Medo? De você? Não viaja.
- Então por que não quer ir?
- Por que eu odeio você?
- E por que você me odeia?
- Porque você é um idiota, chato, estúpido, vagabundo, babaca...
- Não prefere fazer uma lista e me entregar?
- Ah, pode ser. Só que ela só vai ficar pronta em 2020.
- Ótimo. Eu espero até lá. Enquanto isso, podemos ir à praia.
- Hey, acorda. Eu não vou à praia com você.
- Tudo isso é medo?
- Eu não tenho medo de você.
- Então vamos.
- Eu não preciso te provar nada.
- Não estou pedindo para que prove. Estou pedindo para que vá à praia comigo.
- Ugh. Por que tanto interesse?
- Não é interesse.
- Claro que é.
- Por que eu teria interesse?
- Por que você quer ficar na companhia da minha linda pessoa?
- E depois eu que me acho.
- Eu nunca disse que você se achava.
- Mas pensou.
- Você não pode saber.
- Quem sabe?
Ela parou de falar por um momento e ficou me encarando.
- Vai ou não vai? É sua última chance - propus.
- Chance - ela repetiu em tom de deboche. - Mas... Bom, quer saber? Eu vou. E não me pergunte porque estou fazendo isso.
- Eu não ia.
Ela apenas riu e balançou a cabeça.
Eu voltei ao meu carro e ela abriu a porta e entrou também, sentando-se de pernas cruzadas e, bom, eu não resisti em dar uma olhada. Afinal, que mal tem em dar uma olhada?
- É longe? - ela me perguntou.
- Sim, não, talvez.
- Valeu, ajudou muito.
- Eu sempre ajudo.
- Hahaha.
- Brincadeira. Não é tão longe. Mas não é tão perto.
- Ajudou de novo.
- Eu estou começando a me arrepender de ter me chamado.
- Eu sabia que ia me arrepender no exato momento em que aceitei vir com você.
- Eu sou tão ruim assim?
- Você é péssimo.
- Bom, eu não me importo.
Ela balançou a cabeça de novo, dessa vez com um sorriso menor nos lábios. Nós meio que conversamos durante o caminho, mas não foi nada importante. Quando estávamos quase perto da praia, ela colocou o braço para fora do carro e começou a fazer um gesto de ondas.
- O que você está fazendo? - Eu ri.
- É legal. Olha. - Ela repetiu o gesto várias e várias vezes.
- Você é doida.
- Um pouco.
- Muito.
- Por que eu estou fazendo isso?
- Ondas com o braço? Porque você é doida.
- Não. Porque eu estou indo com você.
- Porque você não tem noção do perigo.
- Hahaha, engraçado, Bieber.
- É o que dizem.
- Você se acha.
- Viu? Eu falei que você tinha pensado.
- Eu posso ter pensado só agora e não antes.
- É?
- Você percebeu que eu falei que posso e não que pensei?
- É, não, mas obrigada por avisar.
- Babaca.
- Garota, você realmente não tem noção do perigo.
- Eu gosto do perigo.
- Então, babe, você gosta de mim.


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Olhem, um capítulo em que o Justin não está tão ruim, aw (': eu sei que vocês estavam sentindo falta disso.
Não postei terça porque minha internet caiu e só voltou ontem, então ontem eu escrevi e li e reli várias vezes e fiquei tipo "isso não está bom", então eu tive que refazer. Sinto muito por fazer vocês esperarem, mas isso está acabando. Nessas férias, vai ser um capítulo atrás do outro, porque eu quero terminar logo essa fic e postar a outra. Aliás, mudei o nome da próxima, agora vai chamar This Love Saved Me, lol eu sou muito indecisa com nomes de fics.
Dedico esse capítulo pra Julia, que é uma leitora muito fofa que pediu esse capítulo como presente de aniversário e eu só consegui postar hoje, mil desculpas Julia! Eu realmente não postei antes porque não pude. Obrigada pelo carinho e parabéns 
Obrigada pelo apoio de todas vocês, vocês são incríveis e eu agradeço cada comentário maravilhoso que vocês deixam aqui. Me digam o que estão achando da fic, pls, eu sei que a maioria de vocês não está gostando mas estou tentando melhorar.
Ah, e votem no Justin no Mid Year Music Awards, cliquem aqui.
Comentem bastante, beijos e amo vocês 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Forget Forever - 5º capítulo - Pra Camila

"Se há uma chave para o seu coração, ninguém a encontrou ainda." - Outlaw, Selena Gomez


Justin POV

- Que porra você disse?
- Que vou matar você! Seu estúpido!
- Garota, é mais fácil que eu te mate. - Eu dei um tapinha na arma para enfatizar. - E espero que você me dê um bom motivo para estar aqui antes que eu o faça.
- Fique com suas ameaças falsas para você. Sua mãe, Bieber! Ela está internada quase morrendo porque você sumiu e não deu notícias. Ela acha que você morreu!
- Minha mãe... O quê?
- Isso que você ouviu! Seu idiota!
- Cale a boca, vadia!
Afundei os dedos em meu cabelo. Minha mãe... Internada por minha culpa.
- Viado! Inútil! Nunca mais fale assim comigo! Engula sua própria língua antes de me chamar disso de novo!
Minha vontade era dar um tapa na cara dela. Mas, ao invés disso, respirei fundo e disse:
- John, leve-la lá para dentro e não a deixe sair antes que eu chegue. Mande o Lil trancar ela em algum canto e ficar observando-a. Entendeu?
- Sim, senhor.
Eu praticamente corri até a garagem, ignorando veemente os gritos da garota após minha saída.
Entrei no carro e girei a chave. Eu precisava ver minha mãe.

Barbara POV

Os braços do segurança se fecharam em volta de mim mais uma vez, fazendo-me protestar. Eu não queria entrar naquela casa e ficar trancada lá dentro. Não queria ter o tal Lil me observando. Eu estava com medo.
Mas em nenhum momento me arrependi de ter ido ali, porque meu ódio era muito maior do que o medo. Quando eu vi Pattie desmaiar, não resisti a fuçar a agenda dela e achar o endereço daquele vagabundo. Ir até ali não foi uma escolha. Eu tinha que fazer aquilo.
- Me solta! Me solta!
- Melhor ficar quieta, mocinha.
O segurança abriu a porta e me levou para dentro com certa dificuldade, pois eu me debatia em seus braços.
- Sr. Za? - ele disse, ofegante e tentando me parar.
- Sim? - um homem alto e moreno levantou de um sofá. Devia ser o Lil.
- O Sr. Bieber pediu para que cuidasse da garota enquanto ele não chega.
Cuidar. Bufei, revirando os olhos. Que maneira mais interessante de dizer a verdade.
- Quem é ela? - Lil perguntou com um toque de incredibilidade na voz.
- Eu não sei, senhor.
- Solte-a.
Ele me soltou imediatamente e voltou para fora, fechando a porta. 
Eu me abracei.
- Quem é você? - Lil me perguntou.
- Barbara - respondi. - "Amiga" da mãe dele.
Senti todos os olhares da sala em mim, e corei com isso.
- Hmmm. E o que faz aqui?
- Eu vim dar um recado.
Ele arqueou uma sobrancelha de um modo engraçado.
- E por quê o Bieber quer que eu "cuide de você"? 
- Porque ele é louco.
- Oh. Não fale isso na frente dele.
- Eu já falei coisas piores.
- Certo. Apenas sente-se.
Levei as mãos à cintura.
- Eu quero ir embora.
- Não dificulte as coisas... Se o Bieber pediu para você ficar, ele tem motivos e preciso manter você aqui.
Eu não ia vencer. Desisti, atravessando a sala e sentando-me numa poltrona. Lil voltou ao sofá onde estava sentado e pegou um controle de vídeo-game, continuando a jogar com um garoto morena que estava ao seu lado.
Suspirei e cruzei os braços.
Percebi que um dos garotos me observava. Ele não tirava os olhos de mim por um segundo, o que me deixou meio desconfortável.
- Você é muito gata - disse ele por fim.
- Valeu?
Ele concordou com a cabeça. Um assobio percorreu os lábios do outro garoto que estava jogando vídeo-game com Lil.
- Ryan - ele disse num tom de repreensão.
- Apenas expressando a realidade - Ryan falou, e o outro que chamou a atenção balançou a cabeça negativamente.
Durou uma eternidade. Abri a boca várias vezes para dizer que queria ir embora, mas a fechei quando percebi que seria um esforço inútil. Se Justin não tivesse passado pela porta no exato segundo em que passou, eu teria dormido.
Torci o nariz quando ele me olhou.
- Ótimo. Já posso ir para casa? - perguntei num tom de nojo, desejando não ter que olhar para a cara dele.
- Acha que é assim? - ele retrucou. - Precisamos ter uma conversa.
- Não tenho nada para conversar com você. Agora, se me dá licença... - eu disse, me levantando e andando até a porta. Ele segurou meu braço no exato momento em que passei por ele.
- Não, eu não te dou licença.
Eu puxei meu braço violentamente de sua mão.
- Escuta aqui. Eu já disse para não tocar em mim de novo. Não tenho absolutamente nada para conversar com uma pessoa tão estúpida como você. Eu te fiz um favor vindo até aqui. Eu te avisei e você devia me agradecer ao invés de me fazer esperar sei lá quanto tempo para no fim vir me dizer que precisamos conversar. Foda-se você. Me esquece. Vê se morre!
- Você... - Ele foi se aproximando de mim, me fazendo andar para trás instintivamente até sentir a parede em minhas costas, e apertou meus dois braços tão forte que parecia que suas mãos eram feitas de ferro. - Você é louca, garota!
- Ei, Bieber, calma cara! - Ryan quase gritou, vindo até nós e afastando Justin de mim. - Está machucando a garota.
- Essa é a intenção! Eu vou matar essa vagabunda do caralho!
- Mate. Me mate e queime meu corpo. Seja homem para isso.
- Calma os dois aí! - Lil gritou. - Se controlem. Deixe a garota ir, Bieber. Creio que ela não te fez nada.
- Ela nasceu! - Ele se contorceu, incapacitado de sair do aperto de Ryan.
- Você também nasceu e não posso te matar por isso. Quer dizer, não devo. Mas, se você continuar agindo assim, deverei. Vá, Barbara. E tente ficar longe do Bieber. Parece que vocês não se dão muito bem.
- Com prazer - eu disse e abri a porta.
Praticamente corri até meu carro, aliviada por estar longe de tudo aquilo.
Lágrimas de pura raiva rolaram pelo meu rosto quando eu comecei a dirigir pela rua.
Eu odiava ele.

Justin POV

- Como você pode ter deixado ela ir embora? - eu gritei para Lil.
- Se acalme, Bieber. Relaxe, cara. Você está fora de si.
- Aquela garota precisa morrer.
- Não, não precisa. Eu não sei o que ela faz com você. Nunca te vi assim.
- Eu. Vou. Matar. Ela.
- Não pode sair matando todos que odeia por aí, Bieber. Entenda isso.
- Ela não merece viver!
Lil levou as mãos ao ar em sinal de paz.
- Ugh, eu desisto! Suba e tome um banho. Durma. Quem sabe amanhã, quando você resolver ser uma pessoa normal de novo, você me conte o que aconteceu.
Eu queria retrucar, mas aquela discussão não levaria à nada. Acabei decidindo seguir seus conselhos.
Ao sentir o calor da água contra a minha pele, percebi que Lil estava completamente certo. Eu estava muito estressado e tudo se devia àquela garota insuportável. Quem ela pensava que era?
Claro, ela era gata. Muito gata. Tipo, os olhos dela eram lindos. E ela era tão marrenta que chegava a ser sexy. E a boca dela... Jesus Cristo. Se ela não fosse tão chata, eu transaria com ela.
Mas ela era insuportável e não tinha como mudar isso. Ela me irritava de uma maneira inexplicável. E, mesmo assim, eu não deixava de pensar no quanto ela era linda.


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Olha eu aqui cumprindo minha promessa pela primeira vez!!! Hahaha, mas tudo se deve à Camila, que é uma leitora muito fofa e foi no meu ask pedir para eu postar esse capítulo hoje como presente de aniversário para ela. Parabéns anjo ♡

Divulgando:

Don't Wake Me Up (Leiam, eu indico. Li e gostei muito.)

Bom, eu tenho recebido muitos comentários ruins, tipo "você não serve para escrever fanfic criminal" ou "essa fic é a pior de todas" e etc, então se alguém aqui não gosta da minha fanfic ou não tem paciência para esperar até que ela fique boa, simplesmente não leia mais. Não entendo para que vocês ficam tentando me colocar para baixo (tentando, só tentando hahaha). Why you gotta be so mean? Eu vou continuar escrevendo porque gosto disso. Não estou aqui para ser a melhor, estou aqui para dar o melhor de mim e se não é o suficiente, eu lamento. Não me importo com esses comentários negativos, só estou falando sobre isso para vocês não perderem tempo. Se não gosta, vá ler uma fanfic que goste. É tão simples. E, anyway, se quiserem continuar criticando de forma brutal, podem continuar. Quem vai estar perdendo tempo não sou eu ^~^
Ah, e deixando BEM claro: Isso não é uma fanfic exatamente criminal. Justin pode ser um criminoso nela mas eu não foco muito nisso.
Enfim, obrigada pelos comentários bons que vocês deixam, vocês são incríveis! Comentem bastante, digam-me o que acharam. O apoio supera toda a negatividade. Love you guys <3


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Forget Forever - 4º capítulo

"Por que você sempre me faz sentir como se eu é que fosse a louca?" - Round & Round, Selena Gomez


Justin POV

- Nós vamos na casa dele agora - decidi.
- Ele tem uma casa? Você sabe onde fica?
- É óbvio. Sim, eu fui lá uma vez.
- Ele mora sozinho?
- Ahã, e não tinha nenhum segurança lá.
- Vamos agora, então. Podemos ter a sorte de ainda achá-lo lá.
- Cadê o Kenny?
Lil revirou os olhos.
- Adivinha?
- Ah, cozinha.
Andei até a cozinha, encontrando Kenny sentado à mesa, comendo bolo.
- Quer? - ele ofereceu.
- Não, Kenny. Eu preciso de você agora.
- Mas e o bolo?
- Esquece o bolo! Nós precisamos ir na casa do Bugg agora.
- Por quê?
- Longa história, te conto depois. Pegue sua 38, nós vamos precisar.
- Tá.
Ele levou o prato até a pia e saiu da cozinha. Eu o segui até a sala e me sentei no sofá enquanto ele subia as escadas.
- Precisamos de um plano - declarou Lil.
- Pra quê? É só chegar lá e matar ele.
Lil bufou.
- Você faz tudo parecer tão simples. Nem sei como você conseguiu montar esse império. Não é assim, Bieber! Pode ter seguranças lá, e pessoas, e podem até mesmo estar nos esperando.
- Tá, e o que nós vamos fazer?
- Eu pensei que em chegar lá, analisar se tem alguém e invadir. Não há como trazermos o corpo, então sei lá, nós podíamos jogar na floresta. Se tiver seguranças, vamos matá-los. Mas o alvo é o Bugg. Precisamos pegar ele.
- Certo.
- Se eu soubesse que aquele desgraçado ia nos dar trabalho... - Lil começou, mas foi interrompido pelos passos barulhentos de Kenny descendo a escada.
- Tá. Vamos. O que vocês vão fazer lá? Pegar algo?
- Não, Kenny. Vamos matar o Bugg.
Os olhos dele se arregalaram.
- Por quê?
- Ele resolveu se revoltar. Vou fazer ele ter uma conversinha com minha arma para acalmar os nervos. Mas, se tiver gente lá, vamos ter que matar todo mundo, ok? E você vai ajudar.
- Ok.
Me levantando, eu peguei a chave de um dos carros na mesa e andei até a porta. 
Fiz um gesto para que os caras me seguissem e tranquei a porta.
Infelizmente, a casa do Bugg ficava parcialmente longe, o que atrapalhava meus planos de acabar logo com isso. Meu sangue ainda pulsava forte de ódio nas veias, a vontade de dar um tiro certo nele aumentando cada vez mais.
Durante o percurso, Lil começou a tagarelar sobre como eu devia ser mais cuidadoso ao selecionar as pessoas que trazia para a equipe. Mandei-o calar a boca na primeira oportunidade - eu não estava com humor para ladainhas.
Quando chegamos, constatamos que não havia ninguém na rua, ou na frente da casa, ou no matagal que rodeava praticamente o local inteiro, e saímos do carro. Fiquei alerta a cada passo que dava, observando atentamente cada milímetro em que pisava.
A casa estava silenciosa. Na verdade, ela parecia abandonada.
- Você acha que eu chamo ou arrombo logo a porta? - Lil sussurrou para mim.
- Arrombe - respondi. - Não seja idiota. Ele pode fugir se você avisar.
Ele assentiu, dando alguns passos calculados para trás, e "voou" de encontro à porta de um jeito que só eu seria capaz de fazer. Ela se abriu no mesmo segundo.
Ele era bom, muito bom.
- Bugg! - eu gritei adentando a casa.
E ninguém respondeu.
- Acho que não tem ninguém - declarou Kenny.
- Ele deve estar em algum lugar. - Franzi os lábios.
- Justin, você procura nos cômodos de cima, eu vou para a direita e o Kenny para a esquerda. 
- Ok - eu disse e subi as escadas.
Vasculhei cada canto do segundo andar, e nada encontrei. Os caras também não deviam ter encontrado porque eu não ouvi nenhuma voz.
Suspirando, passei os dedos pelo cabelo pensando no quanto aquilo ia dar trabalho. Precisávamos achar o Bugg. Eu fui muito estúpido de não ter percebido isso logo de cara.
Derrotado, eu desci as escadas e encontrei Lil e Kenny me esperando no fim da mesma.
- Nada? - perguntou Lil.
- Nada. - Balancei a cabeça negativamente.
- Ah que droga! Ele não pode ter fugido ao nos ver chegando porque eu conferi e não há nenhuma outra saída.
- Lá em cima também não. - Travei o maxilar. - Vamos. Preciso esfriar a cabeça. E precisamos de um novo plano.
- Ok - Kenny e Lil disseram em uníssono.
A volta para casa foi totalmente entediante. Todos nós estávamos entretidos em nossos próprios pensamentos, concentrados em nossos próprios planos e ideias, egoístas demais para dar atenção uns aos outros. Felizmente, o silêncio não me incomodava.
Quando chegamos, eu fui direto para o meu quarto. Tomei um banho e deitei na cama, esperando conseguir prolongar um pouco o tempo que teria até a reunião com toda a equipe para decidir o que fazer a respeito do Bugg.
Maldito.
Eu não estava com sono, e não estava pensando em nada definido até que um par de olhos verdes deu cor aos meus pensamentos.
Yep, os olhos daquela garota.
Franzi a testa ao perceber o quanto aquilo era estranho. Nunca tinha pensado em uma garota antes, aliás, nunca tinha me irritado tanto com uma. Meus nervos ainda se contraiam toda vez que eu lembrava de como ela era cínica ou de como ela sorria para aquele cara que eu não sabia quem era.
Ela me irritava só pelo fato de respirar.
Mas, bom, eu nem sabia porque estava pensando naquilo. 
Balancei a cabeça, simplesmente deixando pra lá. Já tinha dilemas o suficiente.

[...]

- Certo, Bieber. Qual é a questão? - Ryan perguntou, fazendo todos da sala olharem para mim.
- Bugg. - Eu bufei. - Ele sumiu.
- O quê? - Os olhos de Ryan se arregalaram. - Como assim?
- Ele... Bom, ontem eu estava "na minha casa" - fiz aspas no ar com as mãos -, e ele apareceu lá. Disse que precisava conversar comigo, e então nós fomos para a rua porque eu não queria conversa sobre essas coisas perto da minha mãe, e quando chegamos lá, ele simplesmente explodiu, atirando na minha cara que estava cansado de seguir minhas ordens. Ele jurou vingança. Eu achei que era apenas birra, não levei a sério,  então simplesmente mandei ele sumir. E parece que ele levou bem a sério. Não apareceu aqui e algumas horas atrás, eu, Lil e Kenny fomos até a casa dele e ele não estava lá.
Ryan enterrou os dedos no cabelo, abaixando a cabeça.
- Eu. Não. Posso. Acreditar - sussurrou entredentes.
- Acredite.
James, que não tinha se manifestado até o momento, disse:
- Você tem noção do quão perigoso isso é, não tem?
- Yep, eu tenho. E é por isso que digo que precisamos de um plano.
- Não há como achá-lo - Lil protestou. - Não sabemos nada. Ele não deixou nenhuma pista. O jeito é esperar.
- Isso é inaceitável - rebati. - Ele pode estar armando algo contra nós agora mesmo. Duvido que ele conte algo à polícia porque ele também estaria envolvido e já fez muita merda. Mas temos inimigos e ele pode usar o que sabe contra nós. Precisamos dar um jeito nisso.
- Verdade - concordou James. - Indo por essa linha de pensamento, você está certo.
- E então? - Ryan pressionou.
- Não há o que fazer - respondeu Kenny. - Não há como caçar ele pelo mundo. Ele obviamente não está num lugar fácil.
- Faz sentido - resmunguei.
- Isso é uma das situações mais complicadas que já vi na vida - Ryan comentou. - Pela primeira vez, não sei o que fazer.
- Precaução - disse Lil. - Ninguém mais sai daqui desarmado, e só sai se for realmente necessário. Justin, você vai ter que se afastar da casa da sua mãe. Cercas a casa de seguranças também ajuda. Temos que ficar alerta.
- Certo - respondi. - Se alguém pensar em algo mais, diga. Chega de reunião por hoje, eu estou exausto.
- Ok - os caras disseram em conjunto.
Revirei os olhos e me arrastei até a escada, subindo a mesma com uma lentidão deprimente.
Precisava arranjar algo para fazer. Talvez foder com a Megan ajudaria a passar o tempo, mas ela estava viajando, então nem ia rolar.
Ao chegar ao meu quarto, observei o local e, sem muitas opções, decidi ir dormir um pouco.

6 dias depois

Estávamos todos na sala: eu, Lil, Ryan, Kenny e James. Eu, Lil e Ryan jogávamos vídeo-game por falta do que fazer. Ficar trancado naquela casa já tinha virado um inferno, eu não esperava a hora de ter minha vida normal de novo. Ryan até sugeriu que nós nos mudássemos, mas não tinha como. Toda nossa estrutura estava ali.
Bugg não deu nenhum sinal. A cada batida cardíaca minha, eu ficava com mais raiva dele.
Pausei o vídeo-game ao ouvir gritos do lado de fora.
- Me solta! Eu preciso falar com o Drew! Agora!
Ergui uma sobrancelha.
- Deve ser alguém que o Bugg... - Lil começou, mas eu o cortei.
- Não viaja, é uma garota.
- Quem mais te conheceria por "Drew"?
- Sei lá. - Eu peguei uma arma em cima do criado-mudo. - Vamos ver agora.
Levantei e andei até a porta, abrindo-a e passando pelo jardim apenas para encontrar uma garota se debatendo nos braços de um dos seguranças. Quando eu me aproximei mais, fazendo-a notar minha presença, ela se debateu com mais força ainda, tentando se livrar daqueles braços que a impediam de chegar até mim, e gritou:
- Eu vou matá-lo, porra!
Jesus. Era aquela garota. Aquela garota.
E ela falava palavrão?
- Que porra você disse?


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Ok, ok, ME DESCULPEM! Vocês não imaginam o quanto está sendo difícil conciliar escola com isso aqui.  Ainda mais quando vocês nem me ajudam no quesito comentários. Já falei sobre isso aqui e não vou falar de novo, vocês tem consciência.
Obrigada pelas "poucas" pessoas que comentam, vocês me deixam boas mensagens e eu fico muito feliz com isso. É por isso que continuo aqui. Vocês são incríveis!

Divulgando:

http://imaginemsocomoseria.blogspot.com.br/

Gente, não postem o link do seu blog para eu divulgar no seu comentário, peça no ask! Fica mais fácil para mim. Qualquer dúvida, lá também.
Seria importante se vocês divulgassem essa fic, porque apesar de tudo, eu gosto de escrever e vou me dedicar mais, prometo.
Me contem o que acharam desse capítulo <3 Acho que, sei lá, foi o melhor até agora, embora tenha sido chato, etc. Mas ainda vai melhorar mais!
Obrigada pela paciência que vocês tem comigo. Love you guys!

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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Forget Forever - 3º capítulo

"Eles me odeiam porque fazemos o que eles não podem." - That Power, Will.I.Am feat. Justin Bieber


Sinopse dessa fic (clique aqui) e trailer (clique aqui).

Justin POV

Revirei os olhos e acelerei.

Barbara POV

Eu estava me despedindo de Will no portão quando um carro saiu da casa da Pattie. Acho que era aquele garoto estúpido, sei lá.
- Que foi? - perguntou Will quando me viu encarando o carro.
- Nada. - Dei de ombros.
- O Bruno não queria me deixar ir embora.
- Ele gosta muito de você.
- Na verdade eu acho que ele gosta de qualquer um que jogue vídeo-game com ele. - Ele riu.
Ri também.
- Isso é verdade.
- Te vejo mais tarde... Já estou com saudades - disse ele, roçando o nariz no meu pescoço .
- Eu também.
Ele beijou meu pescoço e aquilo fez eu me arrepiar da cabeça aos pés. Em seguida, me puxou pela cintura e me beijou.
- Te amo - sussurrou ele em meu ouvido e se foi.
- Ei!
- O que foi? - Ele se virou.
- Te amo mais.
Ele sorriu com o canto dos lábios e voltou até mim. Me deu um selinho e virou-se de novo.
O resto do dia foi... normal. Passei o dia pra lá e pra cá com a Vic, ela me contando de um cara que tinha conhecido numa festa, dizendo o quanto ele era lindo, interessante, inteligente e tudo mais. Eu só consegui rir, porque já tinha visto esse filme várias vezes: ela se interessava, se apaixonava, então descobria que o cara não era tão perfeito, terminava com ele, chorava comendo chocolate e depois se recuperava, e ficava bem até conhecer outro cara. Era um ciclo interminável.
 Fui para a faculdade, mas Will tinha faltado de novo.
No final da aula, encontrei Jake no corredor. Ele estava todo sorridente.
- Oi Jake! - eu disse animada enquanto o abraçava.
- Oi Babi! Tenho uma proposta para você.
- Que proposta?
- Eu vou para a Sexy Dance daqui a pouco. Quer ir?
- Hã, eu acho melhor não.
- Por quê? - Ele fez um beicinho.
- Acho que o Will não ia gostar muito.
- Ah, qual é, eu sei o quanto você gosta de dançar.
- Mas, Jake...
- Sem mas! Você se prende muito por causa dele, nossa.
- Não é questão de se prender, Jake. Eu não gostaria que ele fosse com alguma amiguinha à uma balada sem mim.
- Você não vai fazer nada de errado. Já sei, chama ele também.
- Ele está doente.
- Ugh, que droga.
- Então é melhor eu...
- Espera! - Ele sorriu maliciosamente. - Ele não precisa saber que você vai.
- Jake! Não! Isso é errado.
- Eu preferia você solteira, depois que começou a namorar ficou careta.
- Careta não, decente. - Dei um tapinha no ombro dele. - Mas vá, se divirta. Coma todas as putas que for possível.
Ele riu sem nenhum humor.
- Você não percebe mesmo, não é?
- O quê? - Ergui uma sobrancelha, confusa.
- Nada, nada. Tem certeza que não quer ir?
- Tenho, sim. Obrigada pelo convite.
- Não há de quê. - Ele me abraçou. - Agora eu vou lá "comer umas putas."
Eu comecei a rir.
- Vá. Até mais.
- Até mais..
Ele sorriu, me soltou e me deu as costas, voltando pelo mesmo caminho de onde tinha vindo.
Algumas pessoas vieram falar comigo enquanto eu andava até o estacionamento, mas nada interessante. Eu nem conseguia prestar atenção no que as pessoas diziam.
Minha vida estava tão entediante. Eu bem que gostaria de ter aceitado a proposta do Jake. Ou alguma coisa diferente de balada, sei lá, alguma coisa inconsequente, algo que gerasse adrenalina. Eu era assim antes, fazia o que queria e não me importava com as consequências disso. Eu saía para as festas malucas do ensino médio e chegava bêbada em casa, eu andava de moto há 200k/hr e pulava de penhascos com o Jake. Mas aí eu conheci o Will e tudo mudou, eu parei de ser imprudente porque não queria magoá-lo. Meu pai quase morria do coração toda vez que eu cometia algum ato insano, e creio que ele deve ser grato ao Will até hoje por mudar a minha postura.
Mas eu gostava do perigo, e sentia falta dele. Jake sempre me ajudou nessas coisas, apesar de me proteger do que quer que estivesse me ameaçando. Ele era o melhor amigo do mundo.
Já o Will era diferente. Ele fazia o tipo certinho. Ele não fumava, só bebia socialmente e não saia comendo todas que via pela frente. Obviamente, eu nunca pensei que me apaixonaria por alguém assim. Aliás, um dos maiores medos da minha mãe era que eu me apaixonasse por um bandido. Mas é claro que isso nunca ia acontecer.
Quando cheguei em casa, jantei e tomei um banho. Eu estava com preguiça de ir até a praça então me debrucei na varanda, olhando o céu. Percebi que havia dois homens discutindo no meio da rua.
Era o filho da Pattie, e mais um garoto que não reconheci.
- Estou cansado de ser seu fantoche, Drew! - o garoto que eu não conhecia cuspiu as palavras. - Cansado de seguir as suas ordens!
- Você segue porque quer, seu merda!
- Vai se foder.
- Meça suas palavras ou eu não penso duas vezes antes de estourar essa porra que você chama de cérebro!
- Eu estou saindo, Bieber! E eu juro para você que vou me vingar. JURO.
- Você acha mesmo que pode se vingar de mim? - O tal de Drew-Ou-Bieber-Sei-Lá-O-Quê riu. - Voltemos para a realidade, caro colega. Você não é páreo para mim e nunca será.
- Isso é o que veremos! Eu vou fazer você implorar pela sua vida aos meus pés.
- Pode sonhar, é grátis. Agora some daqui. Dá o fora! Eu não estou com a mínima paciência para lidar com pirralho revoltadinho. Rala!
- Depois não diga que eu não te avisei.
- EU DISSE RALA!
O garoto encarou o Drew "barra" Bieber "barra" garoto estúpido "barra" filho da Pattie e foi embora, sem dizer mais nenhuma palavra.
Drew bufou e pegou um cigarro no maço que estava em seu bolso.
- Crianças - murmurou baixo, mas alto o suficiente para que eu ouvisse, ascendendo o cigarro em seguida e o colocando entre os lábios. Soltou um perfeito anel de fumaça antes de entrar em casa novamente.
O que eu tinha acabado de ouvir?
Se eu já estava começando a acreditar que esse tal de Drew era mais perigoso do que eu imaginava antes de ouvir aquela discussão, agora não havia restado nenhuma dúvida.
Balancei a cabeça, me arrastando até minha mesa para fazer um trabalho para a faculdade. Desisti no meio dele, quando as frases arrepiantes de Drew já tinham ocupado metade da minha mente.
Por fim, decidi dormir, sonhando com perfeitos anéis de fumaça.

Justin POV

- O Bugg tá precisando de umas porradas! - eu gritei entrando no galpão, encontrando Lil se beijando loucamente com uma garota praticamente semi nua em cima dele. - FORA!
A garota pulou do colo dele, assustada, pegou sua bolsa no chão e saiu.
- Pô, cara! Não acredito nisso! Ela era loira, velho! Quem tá precisando de umas porradas é você! - Lil reclamou.
- Existe um motel logo ali, da próxima vez, leve-a para lá. Não estou afim de chegar aqui e te ver transando com uma vadia qualquer.
Ele bufou.
- Tá, tá. Por que o Bugg precisa de umas porradas?
- Ele enlouqueceu! - Eu levei minhas mãos ao ar. - Simplesmente enlouqueceu. Chegou na casa da minha mãe dizendo que precisava conversar comigo, então nós saímos para a rua e ele BUM, explodiu! Começou a dizer que não aguentava mais minhas ordens, e essas porras. Ele tipo jurou que ia se vingar de mim.
- Você o deixou ir?
- Claro, por quê?
- MERDA, BIEBER!
- Que foi?
- Ele sabe demais!
- Ele vai voltar depois, deve estar de tpm. - Eu ri ironicamente.
- Não, ele não vai! Você já pensou da possibilidade de ele estar falando sério? Nós precisamos achá-lo, Justin. Urgente.
- Por quê? Qual é o problema?
- ELE SABE DEMAIS!
Foi então que a minha ficha caiu. Sim, ele sabia demais. Sim, ele podia me ferrar a qualquer momento.
- Droga. - Soquei a mesa em que eu estava me apoiando. - Droga, droga, droga!
- Ele não passou aqui.
- Aquele merda. Ele não pode fazer algo contra mim!
- Eu não confiaria nele tanto assim.
- Eu não confio! - Meu peito subiu e desceu em ódio. - Não confio. Ele parecia convicto. Ele disse que eu ia implorar pela minha vida aos seus pés.
Lil me encarou.
- Nós estamos em perigo.


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Oi gente ): eu estou bem chateada e acho que vocês já devem imaginar os motivos. Sei que prometi postar rapidamente, mas vocês não comentam, poxa! Talvez vocês não entendam quando eu digo que os comentários são importantes para mim, mas acreditem, eles são. Tem tanta gente lendo, por que não comentam? Ok, eu sei que está chato, mas vai melhorar e eu já sei como fazer isso, só preciso que vocês façam a parte de vocês.
Bom, como eu disse, estou MUITO ansiosa para Burning Red, tipo, super ansiosa. Acho que vai ser uma boa fic. Já escrevi vários capítulos e não vejo a hora de começar a postá-la, mas para isso vou ter que terminar essa primeiro, embora não esteja tão animada com ela assim. Anyway, vou tentar fazer com que essa seja uma boa fic também. Vai ficar mais emocionante, eu prometo!

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Obrigada por terem paciência e tal, espero que estejam gostando embora isso seja provavelmente impossível. 
Qualquer dúvida venham (aqui). Obrigada pelo carinho, vocês são incríveis! Comentem pls, beijos <3




sábado, 18 de maio de 2013

Forget Forever - 2º capítulo

"Encontrei você em um rio de emoção pura. Encontrei você, minha única verdade. Encontrei você e a música tocou." - I Found You, The Wanted


Um arrepio percorreu meu corpo, e odiei isso.
O encarei pela última vez e saí andando. Não ia perder meu tempo discutindo com aquele garoto. Ele não importava, não era nada. Mas ele tinha realmente me irritado. Que estúpido! Onde estava a educação dele?
Sentei num dos bancos da praça e liguei para o Will.
- Alô? - ele atendeu. Sua voz estava triste.
- Oi, amor! Como você está?
- Bem...
- Não minta.
Ele suspirou.
- Tá, acho que vou ficar gripado por um bom tempo. Meu corpo todo dói.
- Poxa, melhoras. A faculdade estava horrível sem você.
- Sou o brilho daquela universidade, eu sei.
Eu ri.
- Idiota!
- Um pouquinho. Estou com saudades de você.
- Eu também, muita saudades.
- Vem me ver?
- Agora? Está tarde.
- Poxa baby, estou doente, vem cuidar de mim.
- Awn, não fala assim que eu vou.
- Então vem.
- Estou indo - eu disse, me levantando.
- Você vem mesmo?
- Claro, o que eu não faço por você?
- Você é a melhor namorada do mundo, Babi.
- Eu sei.
- Convencida.
- Para, se não eu não vou.
Ele riu.
- Boba, eu te amo.
- Eu te amo bem mais, e é por isso que estou saindo de casa essa hora.  Até daqui a pouco.
- Estou esperando você.
Eu sorri e desliguei.
Entrei em casa, dando de cara com meu irmão de novo. Ele estava de braços cruzados.
- Quem é aquele cara em quem você esbarrou?
- Está me espionando?
- Cuidando, eu diria. Eu sempre fico olhando pela janela você ir até a praça.
- Para com isso! Eu não preciso de ninguém cuidando de mim.
- Quem era?
- O filho da Pattie, tá feliz agora?
- A amiga da mamãe?
- É, Bruno. Agora preciso subir.
- Boa noite.
- Não vou dormir em casa hoje, mas boa noite para você também.
- Pra onde você vai?
- Pra casa do Will.
- Essa hora? Eu pensei que você fosse jogar mais vídeo-game comigo.
- Não dá, amanhã eu jogo, está bem?
- Você nunca tem tempo para mim.
- Para de implicar, Bruno! O Will está doente.
- Desde quando você é médica?
- Ai, cala a boca. - Estou indo - disse e saí andando em direção à escada. 
Subi para meu quarto, arrumei uma bolsa com o que ia precisar e desci novamente.
- Onde está a mamãe? - perguntei à Bruno que estava mexendo num iPad sentado no sofá.
- Pergunta pro Will.
- Poxa, como você é ciumento. Não fique chateado.
Ele revirou os olhos.
- Está na sala de tv.
- Obrigada.
Segui para a sala de tv.
- Mãe, vou dormir na casa do Will, está bem?
- Usem camisinha.
- Mãe!
- Que foi?
- Ai, nada. Will está doente, sabia?
- O que ele tem?
- Gripe. Tchau. - Lhe dei um beijo na bochecha.
- Tchau, diga que eu mandei melhoras.
- Tá.
Ela voltou sua atenção para a tv enquanto eu saia da sala.
- Tchau, Babi - Bruno se despediu de mim.
- Tchau.

[...]

- Amoooooor! - exclamou Will ao me ver, me puxando pela cintura e beijando-me. - Você veio mesmo.
- Claro, eu disse que viria.
- Tia Babi, tia Babi! - disse Wendy, correndo para mim ao me ver. Era a irmã de Will, ela tem 4 anos e é a criança mais encantadora do mundo.
- Oi, princesa! Como você está?
- Bem, tia. O Will estava falando de você.
- É mesmo? O que ele falou?
- Ele disse que você era a namorada perfeita porque vinha cuidar dele.
Will sorria feito um pateta na nossa direção.
- Olá Babi! - disse Rachel, mãe de Will.
- Oi Sra. Sparks!
- Oh, eu já disse para me chamar de você ou Rachel.
Eu sorri.
- Tudo bem.
- Vem, Wendy, está na hora de você dormir.
- Já, mãe? Eu quero ficar um tempo com a tia Babi.
- Amanhã, querida.
- Tá.  Ela fez um beicinho e me deu um beijo na bochecha. - Tchau, tia.
- Bons sonhos, princesa.
- Will, conta uma história para eu dormir?
- Sim. Quer vir junto, Babi?
- Claro!
- Bom, acho que a tarefa é de vocês hoje.
- Vamos, Babi - disse Will, seguindo para a escada que havia ali. Eu o segui com Wendy no colo.
- Boa noite, Sra... Ops, Rachel.
- Boa noite, Babi. - Ela riu.
Eu sorri e levamos Wendy até o quarto. A deitei delicadamente na cama, enquanto Will pegava um livro na prateleira.
- Cinderela? - perguntei.
- É o preferido dela.
- Certo... - disse eu, pegando o livro da mão de Will. - Há muito tempo...
E contamos a história. Will e eu revesávamos as frases, e ríamos às vezes quado acabávamos nos atrapalhando. Wendy dormiu antes que terminássemos. Will beijou sua testa e eu sua bochecha enquanto ela estava inconsciente.
- Ela parece um anjo dormindo - murmurei.
- Ela gosta muito de você.
- Eu amo crianças, principalmente ela.
Ele sorriu e me deu um selinho, me guiando para fora do quarto, indo para o quarto dele. Eu me encostei na parede.
- Bruno ficou chateada porque eu vim para cá. Ele queria que eu jogasse vídeo-game com ele.
Will riu.
- Amanhã apareço lá para jogar. Se eu melhorar.
- Você me parece péssimo. Já chamou um médico?
- Sim, ele disse que é só uma gripe e que vai passar logo.
- Vem cá, deixa eu cuidar de você.
Ele riu e andou até mim. Me beijou delicadamente enquanto eu envolvia seu pescoço com os braços. Nossos lábios se separaram enquanto procurávamos ar. Em seguida, ele me beijou de novo e me imprensou contra a parede. Alisou minha coxa enquanto eu sorria entre o beijo.
- Eu te amo - sussurrou ele.
- Eu também amo você.
Minhas pernas aos poucos foram envolvendo sua cintura, e logo estavam presas nele. Ele me segurou, sem parar de me beijar, e me levou até a cama.
- Pensei que estava doente - ofeguei enquanto nos deitávamos.
- Eu nunca vou estar doente para isso.
E você sabe como terminou.

Justin POV

Eu estava no Brooklyn, vendendo drogas como de costume. Eu matei o Adam, aquele imprestável tinha que morrer mesmo. E eu não conseguia parar de pensar naquela garota estúpida que conseguia me irritar de uma forma inexplicável. "Eu não tenho medo de você." Como podia? Todo mundo tem medo de mim, todo mundo tem que ter medo de mim. Mas ela não me conhecia, e talvez isso explicasse. Ela tinha que manter distância, porque sinceramente, matar ela me traria problemas.
Droga, por que eu estava pensando tanto nisso? Era só mais uma patricinha chata e irritante, mesmo que fosse gostosa.
- Bugg, cuida de tudo aí, vou em uma boate comer umas putas, não estou com saco para ficar aqui hoje.
- Falou.
Levantando-me, entrei no galpão e segui para a garagem, onde peguei meu carro e fui para a boate. Minha 38 estava em minha cintura, eu tinha que andar armado sempre.
Sem prestar muita atenção, eu escolhi uma das vadias que vieram pra cima de mim e levei pro motel que ficava na frente da boate. Sorte dela que eu estava bonzinho, porque senão comeria ela ali na frente de todos.
No dia seguinte voltei para casa, na verdade eu nem sabia porque estava fazendo isso, eu costumo sumir por dias sem dar notícias.
- Justin? - disse minha mãe ao me ver. Ela estava com os olhos inchados, parecia ter passado a noite inteira acordada.
- O próprio.
- Meu  Deus, onde você estava? Eu fiquei tão preocupada.
- Relaxa, você sabe onde eu estava.
- Nem vem. - Subi as escadas.
Me olhando decepcionada, ela voltou ao lugar que estava antes de eu aparecer.
Chegando ao meu quarto, eu tomei um banho e depois assisti um jogo de basquete na TV. Eu não prestava atenção, até porque nunca faço esse tipo de coisa. Quando terminou, peguei a chave do carro e saí. Assim que estava na rua, olhei pela janela e vi aquela garota chata no portão com um cara. Ele mexia no cabelo dela com uma mão e a outra estava em sua cintura. Ela sorria feito uma idiota para ele, nossa, que cena mais patética. Ugh.
Então a patricinha irritante tinha namorado?


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Mil desculpas por ter ficado uma semana inteira sem postar. Eu sei que é muito para quem gosta e acompanha alguma coisa, mas é que eu estava em semana de provas e ainda tenho um monte de trabalhos para fazer, e agora tenho que estudar mais do que nunca porque o Justin vem pro Brasil e tal. Eu espero que vocês me entendam porque todas aqui devem estudar e sabem como é difícil conciliar escola e "vida pessoal". Como agora vou ter tempo, pretendo postar um dia sim e um dia não, porque aí fica mais fácil para mim e acredito que melhor para vocês.
Eu sei que a fanfic está um tédio total mas no começo sempre é assim, eu prometo que vai melhorar, então peço que tenham paciência.

Divulgando:

http://belieberapaixonadas2.blogspot.com.br/

http://imaginebelieber-justinbieber18.blogspot.com.br/

Quem quiser que eu divulgue o blog, peça no meu ask, qualquer pergunta/dúvida, lá também.
Gente, eu acho que o nome da próxima fic vai ser Burning Red hahaha eu estou tão animada, já até comecei o trailer, na verdade acho que estou mais animada com ela do que com essa daqui. Fiz um "resumo" dela, quem quiser ver clique aqui.
Enfim, comentem por favor, é muito importante para mim, me digam o que acharam e tal... Aliás eu quero que vocês shippem a Barbara e o Will ok? Porque eles são muito fofos, lol <3 Também ficaria feliz se vocês divulgassem a fic e tal.
Quem ainda não viu a sinopse clique aqui, e quem não viu o trailer clique aqui.

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É isso, beijos.




quinta-feira, 9 de maio de 2013

Forget Forever - 1º capítulo

"Você me encontrou... Acho que você não se importou e acho que gostei disso." - I Knew You Were Trouble, Taylor Swift


Barbara POV

O despertador me acordou.
Rolei na cama, irritada. Não queria levantar. Fechei os olhos por mais alguns segundos, até que tomei coragem e me levantei, indo tomar um banho e me vestindo logo em seguida. Encontrei meu irmão no meio do corredor; ele estava saindo de seu quarto também.
- Bom dia! - disse-me, sorrindo ao me ver.
- Péssimo dia. - Eu revirei os olhos. Não tinha nada de bom dia. Ia ser só mais um dia entediante na minha vida mais entediante ainda.
Ele fez um beicinho.
- Puxa, como você é mal humorada.
- Certo, me desculpe. Bom dia para você também.
- Obrigada! - Ele sorriu, radiante.
- Como vai a escola?
- Legal, tem um monte de meninas...
- Garoto, você não tem idade para isso.
- Mas você tem idade para se pegar com o Will.
- Cale a boca.
Ele riu e desceu as escadas. Eu o segui até a sala de jantar, onde minha mãe e meu pai estavam sentados, tomando café.
- Bom dia gente - eu disse, me sentando.
- Bom dia - meu pai e minha mãe disseram ao mesmo tempo.
Eu comi por alguns segundos em silêncio, até minha mãe quebrar o gelo, dizendo:
- Ei, a Pattie me contou que o filho dela está vindo morar com ela.
- Que legal.
- É. E o Will, como está?
Eu sorri. Ela gostava do Will tanto quanto gostava de mim.
- Bem.
- Hmmm...
Continuei comendo em silêncio. Depois que meus pais foram trabalhar, eu subi para meu quarto e estava revisando um trabalho quando Vic me ligou.
- Alô?
- Oi, Babi! Stephenie e Tiffany estão aqui, vamos ao Starbucks?
- Claro, vou me arrumar.
- Estou esperando.
Com um suspiro, eu fui até o closet e me vesti decentemente (cliquem aqui) e desci.
Vic era minha vizinha. Os seguranças me deixaram entrar, e asim que eu bati na porta principal, Vic abriu. Ela me abraçou.
- Estava com saudades! - disse ela.
- Você me viu ontem.
Ela riu. Em seguida Steph e Tiffany apareceram também. Elas me cumprimentaram e então fomos para o carro de Vic.
- Ouvi dizer que o filho da Sra. Mallette está vindo morar com ela - disse Tiffany.
- É, minha mãe falou algo sobre isso.
- Tomara que ele seja gato - disse Steph.
- Sim, mas os gatos são sempre disputados demais. Você tem ideia de quem seja, Babi? - perguntou-me Vic.
- Não... Mas de qualquer forma, não me importo. - Dei de ombros.
- É claro, você tem o Will, com ele nem eu me importaria - resmungou Steph.
Revirei os olhos.
- Com ciúme, Blakelee? - provocou Tiffany.
- Não, só acho meio fútil.
- De qualquer forma, você tem sorte por namorar o Will - acrescentou Steph.
- Eu sei.
- Convencida.
- Realista.
Elas riram.
Meu celular vibrou e eu o peguei, lendo a mensagem que Will mandara.
"Ei baby, não sei se vou para a faculdade hoje, estou meio doente."
Respondi:
"O que você tem, amor?"
"Gripe. Vai passar."
"Melhoras ):"
"Obrigado, u te amo.
"Você não tem noção do quanto eu te amo mais."
"Isso é impossível"
"Acredite, não é."
- Ah, que fofo! - exclamou Tiffany. Eu não percebi que ela estava olhando minhas mensagens.
- Ei, isso é invasão de privacidade! - protestei.
- Idiota. - Ela riu.

Justin POV

Me mudar para a casa da minha mãe? Nossa que ótimo, pensei sarcasticamente. Era a última coisa que eu queria, mas segundo meu pai, eu estava dando problemas demais.
E desde quando mandar o problema para longe faz ele desaparecer?
Mas tudo bem, eu iria. Afinal, nunca ficava muito em casa; o Brooklyn era o meu lugar, o lugar onde eu gostava de estar, onde eu podia fazer o que quisesse sem ninguém para reclamar. Eu mando naquela porra.
Fiz minhas malas, coloquei tudo no carro e me despedi de meu pai e meus irmãos.
- Eu vou sentir sua falta, filho - disse meu pai, me puxando num abraço.
Fiz uma careta. Que coisa mais gay!
- Tchau.
- Você vem me visitar?
- Se você me quisesse perto não ia me despachar desse jeito.
- Justin, já conversei com você sobre isso. Só acho melhor você passar um tempo com a sua mãe.
- Tá, tá, já entendi. Tchau.
Entrei no carro e dei partida sem me preocupar com mais despedidas. Quem precisa disso?
Kenny já estava no banco ao lado. Ele era meu segurança. Era ridículo eu precisar de segurança sendo que eu era um bandido; mas ser um dos maiores criminosos de Nove York não era fácil. Eu tinha muitos inimigos e era melhor prevenir.
A casa de minha mãe era longe, mas eu sabia o caminho.
Lil me ligou enquanto eu dirigia. Atendi.
- Alô?
- Acho que vamos ter que apagar o viadinho do Adam.
- Ele não pagou ainda?
- Não, e disse que não vai pagar tão cedo... Você acredita? Na minha cara!
- Filho da puta! Vamos matá-lo.
- Assim que eu gosto.
- Eu também. Passo aí às 17:00. Recebi um carregamento.
- Ótimo, falou.
Desliguei, irritado. Como o vagabundo do Adam era idiota! Se sabia que ia morrer, por que não pagou? Se sabia que não podia pagar, por que comprou?
Estúpido, apenas mais um lixo no mundo. Era esses que eu gostava de matar.
Eu não estava nenhum pouco ansioso para ver minha mãe. Odiava ter que ser educado, odiava ter que respeitá-la. Mas eu tinha que respeitar, porque eu tinha senso do ridículo. E seria ridículo não respeitar a única mulher que presta nesse mundo. Pelo menos ela sabia quem eu era, então eu não tinha que fingir. Apesar de ser horrível ter que ficar ouvindo ela buzinar coisas no meu ouvido do tipo "larga essa vida, Justin!" e "eu não criei você para isso". Acho que esqueceram de contar à ela que se cria os filhos para o mundo, e esse é o meu mundo. Ninguém podia mudar isso.
Mas tudo bem, eu ia suportar.
Me incomodava pra caralho saber que meu pai achava que eu era problema demais. Pô, era nele que eu tinha me inspirado! Se ele não tivesse sido tão ruim no passado, eu não estaria sendo tão ruim no presente. Eu sou assim, eu gosto do terror, gosto de ser o terror. Gosto de que as pessoas sintam medo de mim, aliás, quem não sente? Só alguém louco não sentiria medo de mim.
Dirigi por mais uma hora até a casa de minha mãe. No meio do caminho, acendi um cigarro. Quando saí do carro, havia quatro garotas conversando em frente à uma enorme propriedade. Elas riam sem parar, mas assim que me viram, seus risos desapareceram subitamente.
A primeira garota tinha cabelos castanhos e era magra como um palito, porém gostosa. A segunda tinha cabelos longos e castanho escuro, os olhos também castanhos. A terceira era ruiva, e parecia a mais inocente dali.
Mas a que mais me chamou a atenção foi a quarta.
Ela era branca, MUITO branca mesmo. Como a neve. Seu cabelo era castanho avermelhado, e seus olhos eram verdes como esmeralda. O corpo escultural era coberto por um short preto e uma blusa branca, e uma sandália de salto envolvia seus tornozelos. Gostosa, definitivamente. Eu foderia com ela.
Mas eram só mais algumas patricinhas, concluí.

Barbara POV

Então aquele era o filho da Pattie?
Ele tinha rosto de anjo, era louro e seu cabelo liso era arrumado num topete perfeito. Vestia uma calça preta, uma regata branca e uma jaqueta jeans. Os olhos que com certeza deviam ser lindos eram cobertos por um óculos. Tinha um cigarro entre os dedos, e eu me surpreendi com isso.
Ele nos encarou por alguns segundos e se virou. Falou com os seguranças que estavam por trás do portão e entrou no carro novamente.
Mas ele tinha alguma coisa a mais. Seu olhar demonstrava algo que eu não sabia o que era.
Aparências nunca me enganaram. Apesar de seu rosto angelical, eu sabia que tinha mais alguma coisa.
Ele tinha cara de problema.
Ele tinha cara de encrenca.
- Uau, ele é mesmo gato! - encantou-se Steph.
- Muito! - concordou Tiffany.
- Ele é um Deus Grego - acrescentou Vic.
- E você Babi, o que achou? - perguntou-me Steph.
- Pra mim ele tem cara de encrenca.
- Quê? Encrenca? Fala sério, o garoto parece um anjo.
- Vai me dizer que não o achou bonito? - perguntou Steph, desconfiada.
Dei de ombros.
- Sou mais o Will.
- Fala sério, eu estou perguntou se o achou bonito.
- Ele é até bonitinho - respondi, sem querer dar o braço a torcer. Ele era mesmo lindo.
- Bonitinho! - ironizou Tiffany.
- Tá, gente, tenho que ir - falei.. Depois vejo vocês.
- Tchau Babi - todas falaram ao mesmo tempo, o que nos fez rir.
Entrei em casa, dando de cara com meu irmão.
- Cruzes, menino! O que está fazendo aqui?
- Aqui é a minha casa, ué.
Coloquei as mãos na cintura, o encarando.
- Tá bom, tá bom, eu estava te esperando para saber se você não gostaria de jogar vídeo-game comigo -  admitiu ele.
- Ah, Bruno, eu tenho que ir para a faculdade daqui à pouco.
- Só uma partida, por favor.
Ele me olhou com uma expressão triste, e aquilo amoleceu meu coração.
- Tá bom, eu jogo com você - cedi.
- Obaa! Você é a melhor!
Eu ri.
- Não seja puxa-saco.
- Não estou sendo. Eu comprei um jogo novo, acho que você vai adorar... - disse ele, já indo em direção à escada. Eu o segui.
Três partidas depois eu já estava acabada. Aquele garoto era invencível!
- Droga, desisto - murmurei ao perder pela terceira vez.
- Não, não, só mais uma, por favor.
- Tá...
E recomeçamos o jogo.
Eu estava ganhando, mas é claro que ele estava deixando, só para eu não desistir.
- Ah, Bruno! Jogue direito!
- Estou jogando.
- Feito uma moça.
Ele riu, mas isso o motivou; logo depois estava jogando direito.
Mas, mesmo assim, eu consegui ganhar.
- Aeee! Ganhei! Sou demais!
- Convencida.
- Realista. Bom, tenho que ir para a faculdade, tchau.
- Já?
- Claro, e eu estou atrasada.
- Droga...
- Depois eu jogo mais com você, tá?
- Tá.
- Ok, tchau!
Fui para meu quarto, me vesti e peguei as chaves do carro. Minutos depois, já estava na faculdade.
Will não estava lá.
Eu estava preocupada com ele, sem contar que aquele lugar sem ele era chato demais.
Cheguei atrasada na aula, e o professor me lançou um olhar mal humorado.
Foi uma aula longa e entediante. Fui direto para casa quando terminou. Coloquei o carro na garagem e fui para a praça que havia no fim da minha rua. Estava escuro, ou seja, eu não conseguia enxergar quase nada. Eu sempre ia ali a noite: às vezes com Will, às vezes sozinha.
Enquanto andava, esbarrei em alguém. Quer dizer, alguém esbarrou em mim, coisa que eu estranhei, pois nunca havia ninguém ali naquela hora.
Ao olhar para cima, percebi que era o filho da Pattie.
- Desculpe... - eu disse.
- Preste mais atenção por onde anda - retrucou ele, irritado e me encarando.
- Foi você que esbarrou em mim!
- Então por que você pediu desculpas?
- Porque eu tenho uma coisa chamada edução, coisa que você parece não ter.
- Eu nunca disse que era educado, garota.
- Não é "garota", eu tenho nome e é Barbara.
- Tanto faz.
- Você é estúpido.
Seus olhos arderam de raiva.
- Você não me conhece.
- E não quero conhecer.
- É melhor assim.
- Com certeza.
Ele me fuzilou com os olhos.
- Vê se presta mais atenção da próxima vez - disse-me.
- Ridículo.
- Tome cuidado comigo.
Eu ri ironicamente.
- Sério? O que você vai fazer? Denunciar meu twitter por spam?
- Eu posso fazer muito pior.
- Está me ameaçando?
- Quem sabe?
- Eu não tenho medo de você.
- Pois devia.
Ele pegou meu braço e o apertou.
Eu o encarei, perplexa. Puxei meu braço da sua mão imediatamente. Eu percebi que ele era realmente perigoso, mas não foi por isso que eu recuei ao seu toque, eu não tinha medo dele. Me afastei porque, quando ele me tocou, meu braço foi atingido como se uma corrente elétrica tivesse passado entre nós.
- Nunca mais toque em mim, entendeu? Nunca mais.
Ele me encarou de novo.
Analisei meu pensamentos ao vê-lo pela primeira vez. Ele tinha cara de encrenca, concluíra eu.
Eu estava errada.
Ele não tinha cara de encrenca, ele era encrenca.


+40 comentários

Gente eu sou péssima com primeiros capítulos, esse ficou uma merda! Não tem muito sentido e tals, mas não desistam de ler a fic por isso, por favor heuahueh.
Eu gostaria muito que vocês comentassem, pode ser no anônimo mesmo, só não comentem 10x seguidas para eu postar mais rápido porque eu sei quando vocês fazem isso, lol. Me digam o que acharam <3
Posto o próximo quando tiver 40 comentários, obviamente.
Quem ainda não viu a sinopse clique aqui e quem ainda não viu o trailer clique aqui.
E muuuuuito obrigada por todos os comentários no último capítulo de I will catch you if you fall, eu chorei pra caramba lendo eles, vocês são as melhores leitoras do mundo.
Eu divulgo fanfics também, então se você escreve alguma e e quer que eu divulgue me peça no ask (clique aqui), qualquer dúvida podem me perguntar lá também.
Eu ficaria muito felizes se vocês divulgassem essa fic, porque eu estou me dedicando bastante nela, espero que vocês gostem.

Leu? Gostou? Tweet


Enfim, é isso, amo vocês e comentem <3

sábado, 27 de abril de 2013

Forget Forever - Sinopse


Barbara e Justin pertenciam a mundos completamente diferentes, mundos que não se tocavam. O mundo dela, o mundo perfeito, e o mundo dele; cheio de horror e ódio. Um mundo onde as pessoas não sabem o que é ter sentimentos, compaixão e muito menos amor. Mas como qualquer ser humano, ele também se apaixona, embora isso nunca tenha acontecido. O máximo que ele fazia era transar com a primeira vadia que visse... Até que conheceu Barbara. Ele pensava que ela era como as outras, mas ele estava errado. E talvez tenha sido isso que o fez se apaixonar perdidamente por ela. Ele sabia em quanta coisa podia envolvê-la se decidisse seguir seus sentimentos... E ela sabia o quão perigoso era ficar com ele. Só que ele pensou que podia protegê-la de tudo e todos, assim mergulhando nesse amor que podia ou não dar certo. Mas a questão é: Será que vai dar certo? Ou ele vai ter que cumprir sua promessa de protegê-la de tudo e todos... até de si mesmo?

Trailer:


Personagens principais:


Barbara Blakelee

Ela tem 18 anos e faz faculdade de direito. É completamente louca por Will, com quem já namora há 1 ano. Filha de Elena e Bryan Blakelee, que são donos de uma das maiores grifes de roupa do mundo, Barbara é temperamental, bonita e inteligente. Conhece Justin quando ele se muda para a casa de Pattie, que é sua vizinha. À primeira vista, ela tem certeza que ele é encrenca. O que ela não sabe é que vai acabar se apaixonando perdidamente por ele. Ela é rebelde, gosta do perigo, gosta de se arriscar e fazer coisas insanas, portanto não vai se intimidar com o fato de ele ser um criminoso. Mas será que vale a pena se apaixonar por um bandido?


Justin Bieber

Com apenas 19 anos, ele é um dos maiores criminosos de Nova York. Ele trafica, rouba, mata e tudo mais que as pessoas sem escrúpulos fazem. Há perigo em tudo que ele é. Ele desconhece sentimentos, ele não sabe o que é amor. Mas isso muda, muda completamente quando ele conhece Barbara. Ele sabe que não é bom para ela, e então tem que decidir entre seguir seu coração ou sua mente. Mas se ele a ama, ele tem que fazer o que é melhor para ela, certo? Errado. Ele é um bandido, e bandidos não pensam em seus atos.

Personagens secundários:


Jacob Hemsworth (melhor amigo de Barbara)


Will Sparks (namorado de Barbara)


Victoria Young (melhor amiga de Barbara)


Megan Lopez

Gêneros:
Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção e Fantasia, Romance, Violência.

Avisos:
Cenas fortes, nudez, sexo, drogas, álcool, violência e linguagem imprópria.

Minha opinião:

Eu estou bem animada com essa fanfic, porque é diferente de tudo que eu já escrevi. Na verdade, vai ser uma fanfic diferente, porque na maioria de todas as fanfics a garota tem problemas e quem acaba "salvando" ela é o Justin, e nessa é totalmente o contrário, porque a Babi tem uma vida perfeita, e o Justin vai estragá-la. Eu sou péssima com sinopses e essa ficou lixosa, assim como o trailer, mas eu espero que vocês gostem mesmo assim. Vou postar o primeiro capítulo assim que eu terminar I will catch you if you fall.

Eu ficaria muuuuito feliz se vocês divulgassem essa fic, e eu realmente espero que vocês gostem dela também, porque como eu disse, eu estou bem animada com ela. Eu também ficaria feliz se vocês comentassem aqui e tal, dizendo o que acharam e como acham que vai ser a fic, vocês sabem o quanto os comentários são importantes para mim.

Leu? Gostou? Tweet


Qualquer dúvida falem comigo no ask (cliquem aqui). Enfim, é isso, amo vocês <3